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November 9, 2014 - Tiger 800 ABS

November 9, 2014 -  ?> | 7 comments | Motos

Tiger 800 ABSFinalmente, depois de um bom tempo sem moto antecipei o meu aniversário e me presenteei: uma bela Triumph Tiger 800 ABS na cor azul. Linda que só ela!

A decisão da compra da Tiger 800 ABS já tinha sido tomada quando vendi  a V-Strom. Até conversei com alguns donos de BMW, mas o coração falou mais alto e também o bom atendimento da revenda CWB Triumph, aqui de Curitiba. Está certo, nem dei chance para a revenda BMW, tão famosa que ela é em atender os seus clientes.

E porque não a Tiger 800 XC? Bem, aqui falou mais alto a razão, e espero não estar enganado, os itens a mais que a XC tem seriam raramente utilizados por mim, ou seja, não pretendo fazer off road com este tipo de moto e do jeito que ela vem, ela me atenderá muito bem, aliás como a V-Strom tinha me atendido. A viagem para a Serra do Corvo Branco foi uma destas ocasiões. A Tiger 800 XC tem uma suspensão com maior curso e mais opções de regulagem, já vem com protetor de mãos de série e conta com rodas raiadas e aro 21″na frente.

Confesso que fiquei tentado pela nova Tiger Sport 1050, um motão mas que já sai completamente do estilo Big Trail e deve ser uma delícia para viagens em estradas asfaltadas. Também fiquei apaixonado pela 1200 Explorer, um tratorzão, mas ambas já estavam fora do que eu estava disposto a pagar. Fica para uma próxima oportunidade, já que agora o negócio é fazer quilometragem com a minha escolhida.

Depois de já ter andando pouco mais 600 km, a maior parte na cidade, sei que é pouco tempo para avaliar a moto, mas já dá para ter uma ideia. Primeiro o motor, é uma delícia, tem muita  potência (95 CV), o câmbio é muito bem escalonado e pilotar esta moto é muito gostoso. Basta acelerar, simples assim. O tão famoso calor que sai quando a ventoinha liga pode ser sentido e não chega a incomodar. Para o clima de Curitiba, na verdade, é muito bom, mas vamos verificar no verão.

O painel é bem completo com indicação da quilometragem parcial (dois modos separados), média de consumo, média de consumo instantânea, autonomia com a quantidade atual de combustível, média de velocidade e tempo de viagem desde o último zeramento. O odômetro total somente aparece quando é ligada a ignição, por um breve tempo, mas também é possível verificar o total nas configurações. A luz branca de fundo deixa o painel muito legível à noite. Com exceção do tacômetro, todas as informações são digitais. Infelizmente não há indicador da temperatura ambiente e tampouco um comutador de modo no punho esquerdo. Para ver as informações você deve tirar a mão do guidão e apertar o botão inferior.

A posição de pilotar, pelo menos para a minha altura, é ótima. Não precisei ajustar nada a não ser deixar o banco na posição mais baixa, talvez em viagens, com a moto carregada, seja necessário subir o banco. Agora a garupa não gostou nem um pouco do banco. Bem, a V-Strom é benchmarking quando o assunto é conforto! E aquele sofazão não em igual em motos da sua categoria. A pesquisar um banco mais confortável com um grip melhor.

E as curvas com essa moto são simplesmente sensacionais, como faz bem. Estou me divertindo e esperando a oportunidade de revisitar a Estrada Rastro da Serpente, já percorrida uma vez com a V-Strom.

Assim, o blog voltará com as notícias de nossas viagens. Para janeiro/2015 estamos planejando mais uma volta pelo Uruguai, agora com mais calma para aproveitar as paradas e conhecer Buenos Aires e Montevidéu.

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